Se vamos amar como pessoas livres
dispostas a nos escravizarmos
como anjos aventureiros,
vagabundos e guerreiros,
então poupe seus cartuchos,
se a linha corre e nos engole.
Na estrada não existe o tempo.
Mais um passo e pode estar tudo acabado.
carregados em nossos próprios braços,
não importam agora nossos rastros,
é hora de pisar mais fundo,
e realizar os sonhos nem idealizados.
Sei, a gente sente saudades
da velha TV, de um bom legado
agora para no próximo mercado,
se tiver algum trocado.
e continuemos em fuga desse retrocesso
para criarmos nosso próprio universo,
sermos líquidos e certos nas veias desse planeta
todos cruéis para nós mesmos.
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